sábado, julho 11, 2009

Universidade dos Açores aposta na internacionalização


A internacionalização da Universidade dos Açores é uma das orientações definidas no plano estratégico da academia para os próximos dois anos, confirmou, ontem, o presidente do conselho geral da Universidade, que reuniu na passada sexta-feira.Ricardo Madruga da Costa, em declarações à Antena 1-Açores, diz que o estabelecimento de Ensino Superior açoriano tem de consolidar-se como uma unidade de referência no sistema universitário europeu.“Esta é uma das orientações incluída no plano que o Reitor da Universidade dos Açores apresentou ao conselho geral”, disse.Na mesma reunião, que durou toda a última sexta-feira, o Reitor da Universidade, Avelino Meneses, apresentou um retrato pormenorizado da academia insular, com especial enfoque nas dificuldades financeiras que ela atravessa.“Ficou claro que a situação financeira da Universidade dos Açores é difícil, mas não é catastrófica. E que existem soluções possível para ultrapassar esses constrangimentos”, adiantou o presidente do conselho geral da universidade açoriana.“O senhor Reitor tem avançado pelos caminhos certos. E deve manter essa tarefa nas suas mãos. E ficou claro que é ao Estado português que cabe assegurar o financiamento da universidade açoriana. A Universidade dos Açores é pública e, como tal, é ao Estado que cabe a maior parte do seu financiamento. Portanto, há que investir num entendimento entre as partes”, sublinhou Madruga da Costa.

(in Diário Insular)

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segunda-feira, maio 25, 2009

Tomada de Posse da Assembleia da Universidade e Visita de Patrão Neves ao LamTec

domingo, maio 24, 2009

Ricardo Madruga da Costa eleito presidente do Conselho Geral

Ricardo Manuel Madruga da Costa é o primeiro presidente do Conselho Geral da Universidade dos Açores. Natural do Faial, o historiador de 64 anos, foi eleito pelos membros do novo órgão da universidade na passada quarta-feira, data em que o Conselho Geral tomou posse. Ricardo Madruga da Costa foi uma das quatro personalidades externas convidadas a integrar o conselho, pelos membros eleitos pela universidade. As eleições decorridas a 19 de Março deram vitória à lista D, encabeçada por Giberta Rocha.O novo presidente revelou ao DI que o facto de já ter leccionado na Universidade dos Açores, de ser doutorado e de se identificar com os problemas do estabelecimento de ensino, foram decisivos para aceitar o convite para integrar o órgão. O historiador acrescenta que considerou que “tinha capacidade de ajudar e de apresentar propostas” e salienta que a sua “disponibilidade” também contribuiu para a decisão. Ricardo Madruga Costa anunciou ainda que o Conselho Geral deverá ter a primeira reunião no final do mês, mas que até à data ainda não estão acertadas as primeiras decisões do órgão. “O conselho vai funcionar em função das competências que lhe são próprias, que têm muito a ver com os calendários da universidade”, acrescenta. O Conselho Geral, adoptado após a entrada em vigor dos novos estatutos da Universidade dos Açores, tem poder para nomear, suspender ou destituir o reitor. O órgão é composto por oito professores e investigadores, dois estudantes e um membro não docente.

(In Diário Insular)

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sábado, março 28, 2009

Ex-presidente do parlamento dos Açores recusa lugar na Europa e na AR

O ex-presidente da Assembleia Legislativa dos Açores (ALA), Fernando Menezes, declinou o convite para ocupar o lugar desta região na candidatura do PS ao Parlamento Europeu. O advogado faialense excluiu igualmente a possibilidade de, em alternativa, encabeçar a lista dos socialistas açorianos à Assembleia da República.Menezes confirmou ao PÚBLICO a sua indisponibilidade para aceitar a candidatura a Bruxelas ou Lisboa. Mas escusou-se a comentar se a recusa constitui a resposta a Carlos César que, inesperadamente, o substituiu por Francisco Coelho na presidência do parlamento açoriano, a dois dias da abertura da nova legislatura, de cuja preparação esteve incumbido. Cabeça de lista pelo Faial, onde está sedeado o parlamento, e segundo pelo círculo regional de compensação, logo depois de Carlos César, líder do PS-Açores e candidato a presidente do governo regional, Menezes surgia como candidato natural a novo mandato na presidência da ALA e, nessa qualidade, estava indigitado para presidir à Conferência dos Presidentes das Assembleias Legislativas Regionais da União Europeia. O seu afastamento do cargo levou-o à renúncia do mandato de deputado e à suspensão da actividade política, tendo recentemente sido eleito membro do conselho geral da Universidade dos Açores. À contestação dos socialistas do Faial juntou-se então o PSD local que considerou "lamentável" a forma como, “fazendo tábua rasa do seu passado político", se procedeu ao afastamento do anterior presidente da assembleia, dizendo ter-se tratado de "um afastamento com características de golpe palaciano e que só contribui para denegrir ainda mais a política e os políticos". O presente convite a Menezes seria uma forma da cúpula do PS recuperar as boas relações com os socialistas faialenses e a comunidade em geral, que não gostou de ver o lugar de presidente do parlamento deixar de ser preenchido por um faialense e passar para um terceirense.Menezes deveria ocupar o lugar do eurodeputado Paulo Casaca que, após dois mandatos no PE, foi escolhido pelo PS para tentar desalojar a líder social-democrata Berta Cabral da presidência da câmara de Ponta Delgada. Pelo PS-Madeira o ex-líder Emanuel Jardim Fernandes é o nome indicado para recandidatar-se as europeias, devendo ocupar, segundo João Carlos Gouveia, “um lugar elegível de acordo com o seu estatuto de dirigente histórico, a sua dedicação às causas do partido e o trabalho desenvolvido no primeiro mandato”.
(In Público.PT)

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