quarta-feira, setembro 17, 2008

Universidade dos Açores mais barata que a maioria das Universidades

É mais barata que a maioria das universidades portuguesas: a Universidade dos Açores fixou a sua proprina abaixo do valor máximo.
Foram apenas as Universidades dos Açores e do Algarve que optaram por fazê-lo, sendo, portanto, duas raras excepções.Açores e Algarve vão passar a cobrar menos que as restantes universidades do país, ou seja, as propinas vão ser fixadas abaixo dos 972 euros.No caso de quem estuda na Região, a poupança é significativa, já que, uma licenciatura vai custar 898 euros, por ano.A lista nacional com os novos preços é hoje publicada, mas o jornal Diário de Notícias já fez contas e adianta que, em média, os alunos universitários vão pagar, no corrente ano mais 4,6% em propinas, do que no ano passado, um valor que chega aos 6,22% de aumentos, no caso dos Politécnicos.A Universidade dos Açores conta, este ano, com uma taxa de preenchimento de vagas superior à dos últimos anos.Os números de 2008/ 2009 representam um aumento de 86%, o que corresponde a 564 novos alunos.

(In Paulo Alves / Carlos Tavares RTP-RDP Açores)

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terça-feira, setembro 16, 2008

Aumento de propinas no Ensino Superior

A maioria dos estabelecimentos de ensino superior português vai fixar este ano lectivo o valor da propina no máximo permitido. A subida é geral, mas é nos politécnicos onde mais se nota.
Os alunos universitários vão pagar mais cerca de cinco por cento de propinas. No entanto, quem escolheu um instituto politécnico para estudar vai ter de enfrentar um aumento que ultrapassa os seis por cento. Segundo o Jornal de Notícias, só as universidades do Algarve e dos Açores não vão cobrar a propina máxima.
Um aluno dos mais de 44 mil candidatos que tenha entrado na primeira fase do concurso pode vir a pagar mais de 990 euros se escolheu, por exemplo, a universidade de Évora.
Os alunos que escolheram o Instituto Politécnico de Lisboa podem mesmo ter que desembolsar 980 euros.
Os valores cobrados nas universidades e nos politécnicos são cada vez mais próximos e em alguns casos pode ficar mais caro se o aluno optar pelos institutos.
Ao JN, o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos justifica estes números com a necessidade de compensar o agravamento das despesas que em muitos casos não são de funcionamento, mas derivadas de contribuições e pensões para a Caixa Geral de Aposentações.
Luciano de Almeida acrescenta que no que respeita ao acesso ao ensino superior não faz sentido que haja uma discriminação positiva ou negativa em função das instituições.
O Governo atribuiu um reforço extraordinário de quase 10 milhões de euros às instituições. Um montante que para o presidente do conselho coordenador dos institutos superiores politécnicos não é suficiente.

(In TVNET)

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