domingo, agosto 31, 2008

Analysing the Impact of Designed Accessibilities and the Introduction of New Technologies Resorting to a Spatial Interaction Model with Land Use

Foi apresentado no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool, o trabalho de Paulo Silveira, Research Fellow da Direcção Regional da Ciência e Tecnologia, Azores University, Angra do Heroísmo, com o título:"Analysing the Impact of Designed Accessibilities and the Introduction of New Technologies Resorting to a Spatial Interaction Model with Land Use. An Application to Terceira Island".

Sustainable development is closely linked with land use. Changes in land use reveal the interactions between man and the environment, through technology, and constitute an important referential to see the effects of the environment on human values and institutions. Furthermore the spatial referential, explicit in the interaction between man and the environment, reveals the various scales where those processes occurred, highlighting also the identity, place and scope of those who interpret the environmental processes, of those who act upon that environment, and also of those who suffer the consequences of the impacts that result from such acts. In this article we use a spatial interaction model with land use to understand the organization of rural and urban spaces, taking into account land aptitudes and public intervention on the design of accessibilities. The objective is to understand the interaction between the economy and the territory, trying to appreciate the environmental, technological, economic and regulatory factors that affect land use. This will allow not only a better understanding of the reality but also can be used to generate better information to help the design of medium and long term policies, in order to promote the sustainable development at a regional and local level.

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Tomaz Dentinho no Congresso Europeu de Ciência Regional

Análise custo-benefício do Plano Nacional de Acção Saúde e Ambiente (Cost Benefit Analysis of the Portuguese National Action Plan for Environment and Health) é o título de uma comunicação de Tomaz Dentinho, Félix Rodrigues e Rosalina Gabriel do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e de Jácome Armas do Centro de Epidemiologia, Hospital de Angra do Heroísmo, apresentada no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool. O ERSA decorre até ao próximo dia 31 do corrente.Neste trabalho apresenta-se a metodologia utilizada para estimar o custo-benefício das 36 acções do PNAAS, dando ênfase ao custo de cada acção, à análise das reacções dos agentes, ao custos e benefícios dos efeitos das acções na mortalidade e morbilidade e á valoração contingente do plano.No mesmo congresso foram ainda apresentadas ainda outras comunicações, nomeadamente "Suporte para a decisão descentralizada da gestão da água em bacias agrícolas: um caminho para a sustentabilidade" (Decentralised Decision Support System for Water Planning and Management of Agricultural Basins. A Path to Sustainable Development) de de Vasco Silva, Luísa Calado, Fabíola Gil e Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, "Explaining trade and FDI relationships in a gravity model" de Cristiano Cechella e Joaquim Silva da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG) e Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e "Analysing the Impact of Designed Accessibilities and the Introduction of New Technologies Resorting to a Spatial Interaction Model with Land Use" de Paulo Silveira, Bolseiro de Investigação da DRC e da UAç.

(In Diário dos Açores)

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EXPLAINING TRADE AND FDI RELATIONSHIPS IN A GRAVITY MODEL

Foi apresentado no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool, o trabalho de Cristiano Cechella e Joaquim Silva da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG) e Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores com o título:"EXPLAINING TRADE AND FDI RELATIONSHIPS IN A GRAVITY MODEL".
According to models based on Hecksher-Ohlin seminal theory of international economics, trade and foreign investment are taken as substitutes. Nevertheless that is not consensual. The aim of this paper is to analyze the relations between trade and foreign investment based on a gravity model. The explanatory variables of the model are the physical distances between countries, their incomes, dummies for each country and standardized indicators of foreign investment attractiveness. The parameters to be estimated are the distance attrition, the coefficients associated to the foreign investment, and the dummies coefficients which can be seen as extra costs and or benefits attributable to each country that are not explicit in the physical distance.

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Falta de água no Verão Terceirense

Uma ruptura numa zona de derivação junto da nascente da Nasce Água obrigou a que as zonas de São Carlos, Bicas de Cabo Verde e Pico da Urze ficassem sem abastecimento de água durante grande parte do dia de ontem.
Quarta-feira de manhã os Serviços Municipalizados de Angra do Heroísmo (SMAH) foram alertados para a ruptura na zona de derivação da Nasce Água, tendo procedido à reparação da mesma já que se trata “ de uma zona com um forte caudal e onde se estava a perder grande quantidade de água”, esclareceu Sofia Couto, presidente dos SMAH.
Os serviços municipais afirmam ainda “não ter uma explicação” para esta avaria, garantindo não ter tido outra alternativa que não a suspensão do abastecimento de água na zona de São Carlos, um dia depois desta zona ter ficado sem água ao abrigo do plano de cortes camarário.
“A água foi ligada em S. Carlos no horário normal (entre as 21h20 e as 24h de terça-feira) e depois novamente cortada porque não podíamos fazer a reparação sem suspender o abastecimento”, justifica Sofia Couto.
A responsável dos serviços municipais afirmou também que o número de avarias na rede neste período de cortes de água “tem sido o habitual. Temos todos os dias pequenos trabalhos de reparação mas que não obrigam à interrupção no fornecimento e esse número não aumentou”.
Félix Rodrigues, investigador da Universidade dos Açores, prevê que caso não chova no próximo mês a situação do abastecimento de água no concelho de Angra do Heroísmo “comece a ficar preocupante, com cortes mais acentuados do que os que temos tido até agora”.
O professor universitário diz mesmo ser esta a única solução para o problema, mostrando-se céptico em relação às medidas avançadas pela autarquia.
“A Câmara diz que está a tornar operacionais mais furos para o abastecimento da rede pública, mas não creio que seja o suficiente, neste momento. É necessário que chova e não pode ser apenas dois ou três milímetros, terá que ser um pluviosidade superior a esta para conseguir repor os níveis de água no solo e nos aquíferos”.
Félix Rodrigues entende que este problema surgiu “por vários factores, que passam pelas condições climatéricas, pelo aumento do consumo, mas também pela gestão dos recursos. O docente da Universidade dos Açores defende mesmo que a gestão dos recursos hídricos na Praia da Vitória “tem sido mais eficaz. O concelho da Praia da Vitória é abastecido maioritariamente por furos, que é uma água com menor qualidade mas que tem permitido um abastecimento sem problemas, enquanto em Angra se tem privilegiado as captações de nascentes”.
Em relação às condições climatéricas, Félix Rodrigues afirma que se está a viver uma situação anormal, sendo este o Verão com o mais baixo nível de pluviosidade entre Julho e o fim de Agosto dos últimos 15 anos, o que vem de encontro às previsões que apontam para um clima cada vez mais seco no arquipélago, nos vários cenários de alterações climáticas que tem sido estabelecidas para o Arquipélago. O futuro poderá ser assim..
“Nos vários cenários de alterações climáticas estabelecidos para o Arquipélago refere-se a tendência para termos temperaturas mais elevadas, apontando as previsões para mais 2ºC em média, o que é significativo no Verão açoriano e acarreta mais humidade relativa nessa estação. No Inverno a tendência é para termos mais precipitação concentrada”.
No entanto, explica o académico, uma grande parte da precipitação no Inverno não significa um reforço dos lençóis de água para os meses mais secos, já que “o período de permanência das águas nos aquíferos é relativamente curto, uma característica dos aquíferos dos Açores. Os caudais ficam muito altos após as chuvadas e vão diminuindo rapidamente”.
Desta forma, Félix Rodrigues defende que serão necessários mais furos que explorem o aquífero basal – película de água doce que sobrenada a água salgada que se encontra debaixo da ilha e onde a água da chuva se vai infiltrando muito lentamente, não sofrendo tantas variações sazonais – apesar de ser um processo algo dispendioso e ter o “handicap” de “quanto mais perto um furo estiver do mar, pior é a qualidade da água”.
O professor universitário defende ainda que os recursos hídricos na Terceira deveriam ser geridos por uma só entidade, deixando de lado as divisões administrativas, “pois assim poderíamos ter uma gestão global dos recursos e fazer uma melhor distribuição dos mesmos”.

(In A União)

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sábado, agosto 30, 2008

Decentralised Decision Support System for Water Planning and Management of Agricultural Basins. A Path to Sustainable Development

Foi apresentado no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool, o trabalho de Vasco Silva, Luísa Calado, Fabíola Gil e Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores com o título: "Decentralised Decision Support System for Water Planning and Management of Agricultural Basins. A Path to Sustainable Development".
Environmental concerns over a series of issues such as biodiversity, water quality, and resource exhaustion, have lead to a change of politics with the objective of mitigating these problems, but these politics have in turn resulted in series of secondary problems of economic nature for the populations of the affected areas. Considering that sustainable development implies the continuous existence of environmental resources, but also the economic development of the affected populations, we propose in this work a Decentralised Decision Support System (DDSS) for water planning and management of agricultural basins, mainly dairy farming. This DDSS allows to analyse and draw conclusions on the impacts of land-management policies on water quality, measured in the form of NO3, simultaneously providing the estimation of the opportunity cost of water for different quantities and levels of quality on the different watersheds. The DDSS is based on an integrated operational model for land and water uses and will be applied to some basins of Terceira Island (Portugal). The existence of such a system can lead either to negotiations between the different interested parties or to the implementation of acceptable and sustainable watershed land and water use plans. The innovative aspect of this Decision Support System is the possibility of direct negotiation with the land users to achieve an acceptable water quality for the end users, promoting the sustainable development of the communities that manage the land use of the different agricultural basins; thus, we entitle this as a Decentralised Decision Support System.

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Cost Benefit Analysis of the Portuguese National Action Plan for Environment and Health

Foi apresentado no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool, o trabalho de Tomaz Dentinho, Félix Rodrigues e Rosalina Gabriel do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores e Jácome Armas do Centro de Epidemiologia, Hospital de Angra do Heroísmo, com o título: "Cost Benefit Analysis of the Portuguese National Action Plan for Environment and Health".
The Portuguese National Plan of Action for the Environment and Health 2007-2013 (PNAAS) involves 36 actions targeted to nine priority areas (water, air, food, noise, atmosphere, construction, radioactivity, chemicals and soil). The aim of the paper is to present the methods and results of the Cost-Benefit Analysis of each one and all of the 36 actions. The methodology proposed includes the realization of various interconnected tasks of which the more important are: a) Estimation of the cost per action; b) Analysis of the agents reactions; c) Determination of the impacts on the environmental domains; d) Determination of the effects on the illnesses; e) Estimation of the benefits and costs of the illnesses; f) Contingent valuation of the Plan and its actions; and g) Cost-benefit analysis.

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Contribute to the management of the relationship between cherry orchard management and the conservation of an endemism (Asphodelus bento-rainhae)

Foi apresentado no 48th Congress of the European Regional Science Association, ERSA 2008, em Liverpool o trabalho de Isabel Maria Rodrigues da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, Fabíola Sabino Gil e Tomaz Dentinho do Departamento de Ciências Agrárias (Grupo de Gestão e conservação da Natureza -Angra do Heroísmo) da Universidade dos Açores.
De seguida resume-se a intrevenção efectuada, com o título: "Contribute to the management of the relationship between cherry orchard management and the conservation of an endemism (Asphodelus bento-rainhae P. Silva) in the Serra da Gardunha.
As cherry production increases in the northern slope of Serra da Gardunha (Beira Interior region, Portugal) conflicts arise between farmers and environmentalists. The expansion of the orchards promises enhanced income and a considerable socioeconomic impact on the region, but it also threatens the endemism Asphodelus bento-rainhae P. Silva. This study aims at finding the trade-off between cherry yields (tonne/hectares) and the area covered by Asphodelus bento rainhae (%) for a given plot of land, thus generating the needed information to find and promote a suitable and sustainable equilibrium between economic development and natural resource conservation.
The data was collected in orchards of the Fundão municipality where the Asphodelus bento-rainhae populations are located. These orchards receive technical support from the local integrated pest management service. Cluster analyses, multiple linear regression and neural networks were used to identify the variables that influence cherry yields and the presence of Asphodelus bento-rainhae.
The method of removal of spontaneous vegetation from the slopes between terraces, stood out in the analyses: when cutting was used, the area covered by Asphodelus bento-rainhae increased and the cherry yields decreased. However, when other methods were used to remove slope cover such as applying herbicides per se or accompanied by cutting, the cherry yields increased and the Asphodelus bento-rainhae diminished. The remaining management and environmental variables were not linked to significant effects either on cherry yields or on the Asphodelus bento rainhae distribution. The results suggest that it is possible to increase cherry yields without decreasing the endemism distribution as long as slope management is not carried out with herbicides.

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sexta-feira, agosto 29, 2008

Universidades vão receber mais 90 milhões

Uma verba de 90 milhões de euros é o reforço que o Governo tem disponível no Orçamento do Estado para 2009 para as despesas de funcionamento das universidades e politécnicos no próximo ano, segundo apurou o Diário Económico. Este valor representa um crescimento nominal de 8,5% face à dotação de 1.062 milhões de euros inscrita no Orçamento para 2008, mas fica muito aquém das expectativas dos responsáveis das instituições. Estes sublinham o buraco financeiro actual de 108 milhões de euros nas universidades, um valor que o ministério diz ser de 88 milhões de euros. O reforço atribuído para 2009 “quebra o ciclo de desinvestimento no ensino superior” admite, contudo, uma fonte do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas. Entre 2005 e 2008 as transferências do Orçamento para o ensino superior sofreram uma quebra de 8,6%, o que explica parte dos problemas financeiros das universidades. O ‘plafond’ de despesa foi comunicado pelo ministro Mariano Gago na sexta-feira passada aos reitores e presidentes dos institutos politécnicos e confirma a priodade dada pelo Governo ao ensino superior no Orçamento para o próximo ano. O ministro do Ensino Superior anunciou na reunião com os reitores como pretende distribuir o reforço de 90 milhões de euros. Cerca de dez milhões seriam destinados à acção social escolar, 40 milhões deverão ser distribuídos de uma forma competitiva (mediante os projectos apresentados pelas instituições) e os restantes 40 milhões ficariam reservados para acudir às dificuldades financeiras das universidades. Estes critérios não agradaram aos reitores, que pediram a sua alteração. Em causa estão os 40 milhões que o ministro pretende que sejam distribuídos através de concurso a projectos. Para os responsáveis das instituições, esta verba deveria ser transferida através da fórmula de financiamento baseada no número de alunos e dos indicadores de desempenho. O ministro foi sensível a este argumento e garantiu que enviaria até segunda-feira uma proposta final, mas o documento ainda não chegou às instituições. Outra das novidades é o fim dos factores de coesão e qualidade que tinham sido fortemente contestados. Estes factores tinham como efeito retirar verbas às universidades com melhor desempenho para dar às instituições com maiores dificuldades, uma prática em vigor desde 2007 e que está a provocar uma onda de contestação por parte dos reitores das universidades públicas mais prejudicadas.

Ainda está por definir se as universidades que optarem por passar a Fundações irão receber um reforço de verba já em 2009. A negociação deste novo estatuto entre os reitores e o ministério está a ser feita numa outra mesa negocial e não foi tratado nas negociações do orçamento. Aveiro, Porto e ISCTE são as três instituições de ensino superior que estão a negociar a transformação em fundação. Reforço de verbas e mais autonomia financeira são duas das vantagens previstas na lei para quem passar a Fundação. “O Estado pode contribuir para o património da Fundação com recursos suplementares, patrimoniais ou outros”, pode ler-se no artigo 130 do novo regime jurídico do ensino superior. Quem opte por este regime terá ainda a “autonomia” consagrada às outras instituições de ensino superior, com as devidas adaptações.

1-Despedir professores e encerrar sectores foram as medidas tomadas pela Universidade de Évora. Com um défice de 11 milhões de euros teve que pagar cerca de 3,5 milhões só em contribuições para a Caixa-Geral de Aposentações, mais 600 mil euros em aumentos salariais.

2 - UTAD com défice de seis milhões, dispensa de docentes requisitados e cortes em todas as despesas de funcionamento foram as medidas que a Universidade de Trás-os - Montes e Alto Douro (UTAD) adoptou para fazer face a um défice de seis milhões em 2008. Pagamentos para a CGA representam 3,2 milhões.

3 - Algarve com défice de seis milhões só em contribuições para a Caixa-Geral de aposentações, a Universidade do Algarve teve que avançar 2,9 milhões em 2008. O défice desta instituições atinge seis milhões de euros. O reforço atribuído ainda este ano fica muito abaixo dos quatro milhões pedidos pela instituição.´

4 - Açores com défice de 5,3 milhões tem as contratações congeladas há dois anos, quase todas as licenças sabáticas suspensas, os contratos sem renovação e os cursos com menor procura foram fechados. São algumas das medidas de racionalização da Universidade dos Açores, que tem um défice de 5,3 milhões de euros.

5 - Madeira com défice de 730 mil euros, a Universidade da Madeira foi a única universidade em situação de aperto financeiro que não teve direito a reforço extraordinário em 2008. Só as contribuições para a Caixa-Geral de Aposentações representam uma factura de 366 mil euros.

A proposta do Ministério da Ciência e Ensino Superior aponta para um crescimento de 8,5% face à dotação inicial do Orçamento do Estado para 2008.- Nos últimos três anos as transferências do Orçamento do Estado para as instituições de ensino superior caíram 8,6%.- Mariano Gago quer distribuir o reforço de verba da seguinte forma: 40 milhões para acudir às dificuldades financeiras, 40 milhões para projectos apresentados e 10 milhões para a área da acção social (bolsas, por exemplo).

(In Diário Económico)

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Governo Regional garante mais 400 mil euros à Universidade

O financiamento a atribuir assume-se como uma compensação pelos custos inerentes à estrutura tripolar da academia açoriana.
Em resultado de um protocolo assinado entre a Secretaria Regional de Educação e Ciência e a Universidade dos Açores (UAç), o Governo Regional irá aumentar em 50 mil euros o apoio concedido à academia açoriana, perfazendo, desta forma, um montante global de 400 mil euros. De acordo com o secretário regional da Educação e Ciência, Álamo Menezes, este aumento baseia-se na vontade expressa pelo Executivo açoriano aquando da preparação do Plano de Investimentos para 2008 e vem garantir a actualização das despesas directas da Universidade dos Açores com a sua estrutura tripolar. Este financiamento deverá ser atribuído pelo Plano Integrado para a Ciência, Tecnologia e Inovação (integrado na Direcção Regional da Ciência e Tecnologia) e destina-se a fazer face às despesas com pessoal não vinculado aos quadros da administração pública, missões no País ou no estrangeiro, serviços de consultores, consumíveis, aquisição de serviços, bibliografia e equipamentos.

(In Jornal Diario)

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Açores com mestrados na área do ambiente

A Universidade dos Açores – Departamento de Ciências Agrárias - Campus de Angra do Heroísmo, no seguimento dos anos anteriores, está a lançar as novas edições de mestrado em Engenharia do Ambiente e Gestão e Conservação da Natureza. Os cursos, enquadrados pelo Protocolo de Bolonha, complementam a formação e/ou experiência de profissionais, de engenheiros, agrónomos, biólogos, planeadores, economistas, professores, funcionários e empresários.
O objectivo dos mestrados é o de preparar os formandos para a abordagem de problemas de gestão do desenvolvimento sustentável à escala regional e local, dando resposta à necessidade crescente de recursos humanos nestes domínios. As pré-inscrições terminam a 31 de Agosto.
Sistemas de informação geográfica, efeitos dos sistemas na agricultura, direito do ambiente e ecologia da paisagem são algumas das unidades curriculares que constam do mestrado em em Gestão e Conservação da Natureza. Já o outro curso versará áreas como controlo integrado da poluição, hidráulica e tratamento de água.

(In Ambiente Online)

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quinta-feira, agosto 28, 2008

A Escassez dos Recursos e a Falência dos Meios

Eduardo Ferraz da Rosa

1. Os enormes e justamente mediatizados descontentamentos, indignações e protestos – naturais, legítimos e calculáveis! – das nossas populações, da opinião pública e dos jornais terceirenses face à calamitosa e muito penalizadora situação gerada pelos vigentes cortes, racionamentos e faltas de Água para consumo doméstico e dos mais amplos e diversos sectores de actividade social, familiar, comercial, industrial e laboral, na cidade-património mundial e concelho de Angra do Heroísmo – para mais com as impotências, impasses, protelamentos e quase patéticas indefinições e vulnerabilidades institucionais, políticas, técnicas e psicológicas de solução – aliás nem sequer verosimilmente assumidas e por tal e tanto responsavelmente perspectivadas – em e para tempos previsíveis e áreas úteis e concretas –, merecem-nos ainda hoje mais algumas palavras.– De resto, se dúvidas houvesse para a necessidade de continuada abordagem do caso, na verdade uma simples volta pela cidade e freguesias do concelho de Angra, com auscultação directa do quotidiano vivido das pessoas, das famílias e das fainas e serviços respectivos, seria mais do que suficiente para aquilatar do grau de transtorno, prejuízo e até revolta com que todo este cenário está a ser sentido, comentado e analisado… Por isso, também, ninguém tem de se admirar ou tentar camuflar a fundamentada indignação grassante a este propósito, e os respectivos ecos e retransmissões nos OCS, nas vozes político-partidariamente mobilizadas e irmanadas neste coro de reclamações e murmúrios, e – enfim – até na necessidade e na conveniência tentadora de chamar mesmo as coisas e os actores desta fita toda pelos seus nomes institucionais próprios (já que quanto a nomes e culpas pessoais nem será sequer preciso elegê-los, porquanto por aí circulam eles e elas, impantes, impunes e bem-aventurados de "motivação" acabada, como se nada com eles fosse ou tivesse sido, nos Municípios e Serviços Municipais, no Governo e suas Secretarias e Direcções, e – quando não em casa, a gozar os réditos das suas dedicações à causa e ao efeito públicos – já novamente até aperaltados, constantes e titulares garantidos para novos cargos, listas e candidaturas…).É claro que, no meio destas cenas e desempenhos terceiro-mundistas, aos partidos políticos resta fazer a parte e o papel que lhes cabe, ou deveria ter cabido antes, a todos os níveis e instâncias de exercício do poder, em posição de mando, oposição fiscalizadora ou posição de suporte solidário e alerta preventivo! Se assim fosse, talvez não tivéssemos caído no lodaçal onde estamos, e de que o caso da Água, valendo sobejamente por si, conta ainda mais como paradigma dos outros problemas todos!– Porém e depois não parece lá muito legítimo exigir a ninguém, muito menos em lugar de alguma inocência e vulnerabilidade de grupo, que venha, em caso de aperto periódico, pôr a cabeça na forca, dar a cara ao ridículo partidário ou oferecer o pescoço ao cepo, para defender o indefensável e mais perder-se o que deveria ser ganho sempre – ontem, hoje e já amanhã… – com outro grau de participação crítica e empenhada, com competências e credibilidades cívicas partilhadas, com a defesa solidária de causas justas e, já agora, com a promoção de uma (inexistente!) cultura político-partidária, interna e externa, feita de coerência, maturidade, diálogo aberto, vigilância democrática e humildade ético-política! 2. Atendendo às múltiplas componentes e alcances deste momentoso problema, nem sequer seria preciso sair do campo opcional, onde pessoalmente também me situo, para atinar com o que ainda está por fazer, e deve ser cumprido sem mais delongas, com os recursos disponíveis mas não com o recurso aos mesmos e falidos meios…– Assim, e se dúvidas houvesse, bastaria ler as linhas orientadoras do Fórum Açores 2013 e o Documento-Guia Açores: Ilhas de Futuro, Contributo para uma Reflexão Política – e quem verdadeiramente para aí e ali o fez e assumirá como causa própria (socialista e democrática, não é?) e causa açoriana (autonómica, comum e colectiva!)? –, nas páginas que incidem na problemática interdepartamental e inter-institucional (governativa e autárquica) dos Recursos Hídricos (v.g. 27; 38-40; 42; 160 e 66, muito embora nesta última, a passe de capote ou guarda-sol talvez, pareça enfermar-se de enfileirados e inusitados complexos de teoria social, manifestamente mal digerida, e muito duvidosamente ali a modos de discurso pseudo-cultural mas pouco vocacionalmente capaz de gerar um real desenvolvimento agricultural…).Todavia, verdadeiramente referencial continua mesmo a ser, sem margem para dúvida, aquele magnífico Plano Regional da Água – Relatório Técnico que o Governo Regional dos Açores mandou elaborar e divulgou em 2001, e que então se constituiu programática e assumidamente como "uma peça estruturante para a implementação de uma estratégia conducente a lidar, eficazmente, com esse importante e nobre desafio", e cujos objectivos, já à altura, eram ditos e perfilhados como "suficientemente estratégicos" para que fossem resolvidos "com a maior celeridade"! – E o mesmo se diga da matéria explanada e constante no Decreto Legislativo Regional n.º 19/2003/A (DR 95 Série I-A de 2003-04-23), que aprovou o mesmo Plano e que logo no respectivo Preâmbulo vincava que "a gestão integrada dos recursos hídricos não pode apenas constituir um desiderato da política de ambiente mas, mais ainda, deve representar uma ferramenta estratégica para atingir o objectivo do desenvolvimento ambientalmente sustentado, por forma a compatibilizar a resiliência dos ecossistemas com as actividades económicas e reforçar, desse modo, justos direitos de índole social"!Infelizmente, como em muitas outras coisas, também aqui muito ficou por fazer-se, e só não tenho a certeza, com aquilo que por aí se desenha, se não andará alguém, dentro mesmo do PS, a trocar-nos a todos as voltas e as vistas, dando-lhe e dando aos açorianos a beber gotas e contas inquinadas, ou – pior – mercadejando hidras e caudais de alguns bem rasteiros e pouco saudáveis bebedouros e fontes de onde nunca nenhuma gota de água fresca e limpa correu e brotará jamais para encher a alma das esperanças socialistas, e apenas servindo para untar ou limpar as mãos de quem, à indigna ou hipócrita sombra daquelas, vem desmerecendo e hipotecando o futuro de tudo aquilo por que tantos lutaram durante muitos anos para ver minimamente respeitado e generosamente cumprido na nossa terra, fiéis a princípios e ideais nobres, e às vezes contra muitos dos também temíveis poderes e vícios e cegueiras dos anteriores senhores das ilhas… – Deste modo e neste contexto, realmente, tal como neste triste, previsível mas evitável caso da Água, pior do que a escassez dos recursos naturais herdados, só mesmo a falência de qualificação na deliberada escolha dos meios e agentes consentidos para tentar superá-los…3. Estava praticamente terminado este texto, quando vieram a lume os partidos e a Câmara de Angra (Serviços Municipalizados) dizer o que sabiam ou podiam das suas justiças e aquosas sentenças e sofismas…– Ora no caso da autarquia chega a ser anedótico ouvir dizer-se que – agora!? – lá iriam consultar a Universidade dos Açores para que, segundo escreve um jornal local, os SMAH, percebessem "a razão da redução anormal dos caudais de água no concelho"…, quando talvez tivesse sido melhor, a tempo e horas, ou até mesmo, embora tardiamente, já, porem-se mas era a ler, a estudar e a pôr de pé e na prática tudo o que nos referidos documentos-guia e na legislação do Plano Regional da Água foi apontado e recomendado desde 2001 e 2003, e para o qual, verdade seja salientada, já o próprio Governo Regional, desde há muito, vinha chamando a atenção, pelo menos, que se saiba, pelas vozes do seu Presidente e de três Secretários regionais, atendendo às vertentes e implicações estratégicas, políticas, sociais e técnico-financeiras que o mesmo problema exigia e ainda exige!Aliás, em 30 de Janeiro de 2007, na III Reunião do Conselho Regional da Água, em Angra do Heroísmo, também Ana Paula Marques, embora mais cingidamente a propósito do tratamento de águas residuais, mas naturalmente no quadro do enquadramento sistémico e articulado da questão dos Recursos Hídricos e do Saneamento Básico regionais – como logo ressaltaria, por exemplo, dos pertinentes e indicativos comentários habituais dos docentes do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues e Cota Rodrigues –, alertava para o facto da Região se encontrar "um pouco atrasada" em relação ao cumprimento de directivas comunitárias sobre o assunto, sendo que havia mesmo autarquias que "não fizeram os investimentos previstos e necessários para resolver o problema (…) como é da sua responsabilidade, e isso implica uma análise global negativa, neste momento", como mais comentou ainda então a secretária regional do Ambiente e do Mar, para lembrar depois que "as autarquias faltosas" deveriam urgentemente aproveitar os financiamentos disponíveis no QREN, até 2011…– Quanto às audições (técnicas e talvez também de gestão político-administrativa…) da CMAH e dos SMAH talvez que fosse bom estenderem-se balanceadamente às responsabilidades de muito anterior laxismo e acumuladas incompetências autárquicas, aliás sabidamente fugidias à assumpção de méritos ou culpas e logo que algumas torneiras começaram a dar sinal de seca e os caminhos trilhados foram os do refúgio na fortaleza privada de suas casas, como se nada das causas, dos serviços, das verbas e dos programas e planos públicos lhes tivesse passado pelas mãos durante demasiado e aziago tempo…Por outro lado, lá para os terrenos da Praia da Vitória, a situação parece, por enquanto, bem melhor, e aí ou louros (ou a sorte…) devem ser atribuídos às suas anteriores administrações e técnicos autárquicos, muito embora, ali, permaneçam de pé as dúvidas sobre o real estado dos aquíferos, redes e subsistemas do seu património hídrico e da sua eventual contaminação e esgotamento, tanto mais quanto o assunto ainda não está bem apurado e a Comissão Municipal de Acompanhamento desse imbróglio, entretanto constituída, não se afigura muito dada a grandes mergulhos técnico-científicos, sociopolíticos e inter-institucionais…Finalmente, quanto às actuações dos representantes dos partidos políticos, nas vereações camarárias, nas assembleias municipais e na Assembleia Legislativa Regional, nada mais valerá a pena dizer ou adiantar, por hoje. – Neste campo também, como em quase tudo, porém com honrosas e conhecidas excepções, temos exactamente aquilo que merecemos, embora disso sejamos sempre as primeiras vítimas, ciclicamente revoltadas mas praticamente indefesas!

(In Azores Digital)

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Solos dos Açores com adubos em excesso

Os terrenos dos Açores têm adubos em excesso; as ilhas de São Miguel e do Pico são os casos mais graves.
Este é um dado revelado, com base num estudo efectuado pela Universidade dos Açores. Os prejuízos são elevados para os agricultores e também para o meio-ambiente, até porque os adubos em demasia podem colocar em risco as águas de consumo público. Para o professor da Academia açoriana, Jorge Pinheiro, especialista em solos, e numa interpretação do referido estudo, considera que os adubos em excesso são uma consequência lógica da falta de extensão rural do arquipélago açoriano. Para o perito da Universidade dos Açores, essa utilização não só se traduz num perigo para o meio-ambiente e até para lençóis de água mais profundos e aquíferos, como também se trata de lançar dinheiro fora.

(In Armando Mendes / Carlos Tavares RTP-RDP Açores)

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Governo disponibiliza 600 mil euros para projectos de investigação em Biotecnologia e Biomedicina

A Direcção Regional da Ciência e Tecnologia recebeu nove candidaturas, com propostas de investimento de 600 mil euros, ao concurso público de apresentação de projectos de investigação científica nas áreas de Biotecnologia e Biomedicina.
A iniciativa enquadra-se no processo de arranque das actividades científicas do Instituto de Biotecnologia e Biomedicina dos Açores (IBA), recentemente criado, e visa possibilitar acções de cooperação entre as diversas unidades operacionais constituem a nova instituição. Entre as elementos operacionais do IBA figuram equipas de investigação dos centros de Biotecnologia dos Açores, de Investigação de Recursos Naturais, de Investigação em Tecnologias Agrárias e do IMAR/DOP, todos da Universidade dos Açores, além do Serviço Especializado de Epidemiologia e Biologia Molecular, do Hospital Espírito Santo de Angra do Heroísmo.Os projectos candidatados perfazem um investimento da ordem dos 600 mil euros, a conceder pelo Governo dos Açores ao longo de três anos, e abrangem áreas de grande interesse para o desenvolvimento sustentável da Região.A valorização dos produtos lácteos, a identificação de microrganismos com interesse biotecnológico para produtos açorianos, a análise dos factores de controlo de evolução dos embriões de bovinos, a avaliação do potencial biotecnológico de organismos marinhos, o estudo de patologias de elevada prevalência nos Açores e a caracterização genómica de doenças, designadamente do foro oncológico, são alguns dos temas a abordar nos projectos em causa.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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quarta-feira, agosto 27, 2008

Projecto MIT pode transformar os Açores em termos energéticos

O Projecto MIT pode tranformar os Açores numa região auto-suficiente, em termos energéticos, tendo como ideia-base aproveitar a energia das fontes renováveis, projecto que começara nas ilhas de São Miguel e Flores e, mais tarde, pode ser copiado em todo em Mundo.
O maior sistema de aproveitamento energético do globo passa pelos Açores. Um consórcio de universidades, de empresas tecnológicas e o Governo regional preparam o aproveitamento energético do futuro. A avaliação final deste tipo de projecto, que recebeu o nome de Green Islands, servirá de reestruturação do aproveitamento energético, à escala global.A vanguarda da eficiência energética chama-se, de facto, Ilhas Verdes e trata-se da mais recente aposta do Massachusetts Institute of Techonology ( MIT ) para Portugal e localiza-se nos Açores.O objectivo estratégico do projecto, traduz-se na possibilidade das ilhas se tornarem auto-suficientes, no sector energético, ou seja, apostando-se em que, a energia eléctrica seja produzida por fontes renováveis, uma vez que, o arquipélago é rico nestas fontes de energia e encontra-se na vanguarda da sua instalação e aproveitamento.São Miguel e Flores serão as primeiras ilhas a avançar com o projecto, onde até já existe uma importante fatia do abastecimento, através de fontes renováveis, segindo-se, progressivamente, as restantes ilhas, que terão também o seu plano de autonomia, em energia. Refira-se que, primeiro serão os transportes públicos e as viaturas das empresas distribuidoras a reconverterem as respectivas frotas para veículos movidos a electicidade e, mais tarde, os transportes privados.

(In Luís Branco / Carlos Tavares RDP-RTP Açores)

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Vinhos dos Biscoitos e Almeirim

António Martins Barreira, natural de Almeirim, bacharel em Gestão Agrícola com licenciatura em Gestão de Cooperativas Agrícolas, pós graduação em Enologia, esteve ontem na Região (De)marcada dos Biscoitos. Acompanhou-o a Professora Doutora Teresa Lima, da Universidade dos Açores – Campus de Angra do Heroísmo. Começaram por visitar a centenária Casa Agrícola Brum Lda. e o Museu do Vinho dos Biscoitos, também propriedade da família Brum. Aí o enólogo Barreira teve ocasião de partilhar conhecimentos com António Fernando Espínola Godinho, Mestre Adegueiro dos Brum e de apreciar o mais procurado vinho dos Açores: o branco “Donatário”. Também apreciou o branco “Da Resistência” e o generoso “Chico Maria”, vinhos produzidos e engarrafados pela Casa Brum, com base em uvas da casta “Verdelho dos Açores” e “Terrantez da Terceira”, de vinhas situadas na Paisagem não Classificada da Cultura da Vinha dos Biscoitos (orla marítima).
Depois de terem estado no Museu do Vinho dos Biscoitos, da independente Casa Agrícola Brum Lda., a Professora Teresa Lima conduziu o Engenheiro Barreira até ao local onde está sediada provisoriamente a Adega Cooperativa dos Biscoitos C.R.L.


Segundo a Professora Teresa Lima, Presidente da Assembleia-Geral daquela associação de produtores, no próximo dia 5 de Setembro, será inaugurado o barracão, trampolim para as já anunciadas instalações definitivas.
Ainda nos Biscoitos o Eng.º António Barreira foi recebido na Sede da Confraria do Vinho Verdelho dos Biscoitos, pela Dr.ª Teresa Lima, Grão- Escanção daquela associação de Enófilos.
O Eng.º António Barreira está à testa da Casa Agrícola Barreira, em Almeirim, que provém do seu bisavô, Joaquim Pereira Barreira e continuada pelo avô, António Duarte Barreira e seu pai Armando Jorge Martins Barreira.
A exploração, agora administrada pela 4ª geração dos Barreira, ocupa uma área de 40 hectares de vinha estando actualmente reestruturada cerca de 60% com as castas tintas: Piriquita (Castelão Francês); Shyraz; Cabertnet-Sauvingon e Alicante Bouchet. E ainda com as castas brancas: Fernão – Pires; Arinto; Tália; Alvarinho e Chardonay.
Segundo o Enólogo Eng.º António Barreira (funcionário do Crédito Agrícola Seguros, como gestor de seguro de colheitas): espero num futuro próximo iniciar um processo de engarrafamento de vinho produzido pela própria produção.
O enólogo António Barreira adiantou-nos: estamos na fase de testes de micro vinificação de forma a mostrar o tipo de vinho que será obtido a partir das castas seleccionadas. Será na comemoração do centenário da Casa Agrícola Barreira?

(In Bagos d'Uva)

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terça-feira, agosto 26, 2008

Falta de água pode manter-se nos próximos Verões

A redução da água nas nascentes que abastecem a ilha Terceira é uma realidade que veio para ficar. A opinião é do professor universitário Félix Rodrigues.
O professor da Universidade dos Açores adianta que as alterações climáticas (que pressagiam verões quentes e secos e invernos húmidos e chuvosos) e o aumento do consumo na ilha, contribuem para esta situação.

"Por exemplo, os valores de precipitação que ocorreraem entre Junho e Agosto deste ano, são muito reduzidos. Temos vivido meses com pouca pluviosidade, muito abaixo das normais climatológicas de 1971 a 2000. Nos pr´´oximos anos o cenário deve repetir-se", explica Félix Rodrigues.
O investigador apela, por isso, à implementação rápida de medidas que reduzam os efeitos nefastos dessa situação."Medidas que tenham a ver com a prospecção de água para abastecimento das populações, verificar, nomeadamente, quais são as potencialidades de exploração do aquífero basal através de furos e equacionar a construção de algumas bacias de retenção de água. Outra medida poderá ser a utilização específica de água com menos qualidade, não só para a lavoura, mas também, por exemplo, para higiene", refere.
"A água de menor qualidade pode ser tratada, embora isso signifique um maior custo por metro cúbico. Mas, em situações de escassez, essa água é perfeitamente tratada e poderá ser servida às populações", acrescenta.
Para Cota Rodrigues, especialista em Recursos Hídricos da Universidade dos Açores, a falta de água que se vive "era esperada" devido à pouca precipitação.
"A solução passa pela abertura de novas captações para se obterem maiores caudais e, assim, evitar situações destas no futuro", refere o professor da Universidade dos Açores.
"Não estamos à beira do fim da água. Mas não podemos esperar por anos com verões com mais chuva", alerta o académico.

(In Diário Insular)

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Curso de Plantas aromáticas em Angra do Heroísmo

Fui convidado (Luis Alves) para leccionar um curso de plantas aromáticas num dos meus sítios favoritos do país: os Açores. Paraíso atlântico, maravilhoso, cheio de boa gente, com muita vontade de aumentar conhecimentos nesta área. Por isso, aceitei de imediato, para além do facto de que pela primeira vez na vida fui convidado com UM ANO de antecedência em relação ao evento!!! Fica aqui a informação para os interessados.
Coordenação:Professora Ana Maria Ávila Simões
asimoes@uac.pt
Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, 9701-851 Angra do Heroísmo, Açores http://www.dca.uac.pt/
Ficha de inscrição para dowload aqui:
http://www.angra.uac.pt/MiniCursos/FolhetoAcores.pdf
A inscrição deve ser enviada para:
Mini Cursos Agro Ambientais, Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores9701-851 Angra do HeroísmoAçores
Tel.: 295402245Fax: 295402205Telem: 963452227
(In Luis Alves - Plantas aromáticas, medicinais e condimentares)

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segunda-feira, agosto 25, 2008

Governo apoia instalação na Graciosa de estação científica internacional para o estudo do clima

Governo apoia instalação na Graciosa de estação científica internacional para o estudo do clima.
O Governo dos Açores está a negociar com entidades dos Estados Unidos o estabelecimento de uma parceria para a instalação, na ilha Graciosa, de uma estação internacional para estudo o clima.
O assunto constituiu tema de uma recente reunião, em Ponta Delgada, entre o director regional da Ciência e Tecnologia, João Luísa Garpar, e a cônsul dos EUA nos Açores na Região, Jean Manes.A iniciativa enquadra-se no Programa Atmospheric Radiation Measurement (ARM), implementado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos da América em 1990 com o objectivo de estudar o impacto das radiações e das nuvens nos modelos climáticos.O ARM inclui uma componente essencialmente dirigida à investigação e outra para a área das infra-estruturas, permitindo a obtenção de dados e o acesso a tecnologias de grande interesse para a comunidade científica especializada na concepção e desenvolvimento de modelos climáticos às escalas global e regional.A Universidade dos Açores, através do Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Globais e o Instituto de Meteorologia são os parceiros científicos a considerar neste projecto que conta já com a colaboração de numerosas instituições internacionais.A colocação de uma estação de observação climática na Graciosa segue-se à decisão da instalação, também nesta ilha, da estação internacional do CTBTO, destinada a monitorizar a realização de ensaios nucleares, à implantação do Observatório Internacional PICO-NARE, no Pico, e à entrada em funcionamento da estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA de Santa Maria, reforçando a estratégia do Governo em garantir o posicionamento de infra-estruturas científicas de interesse internacional nos Açores.

(In Canal de Notícias dos Açores)

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A new web portal to access the database on Azorean biodiversity

The Azorean Biodiversity Portal (http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/) is available. For the first time it is possible to have access to the detailed distribution of all the Azorean terrestrial flora and fauna mapped in a 500x500 m grid based on literature records. For some species some images are also provided. For threatened species only their presence/absence in the islands is available. This portal was developed under the INTERREG III B Projects "Atlântico" (2003-2005) and "BIONATURA" (2007-2008), involving several Azorean and Canarian partners. This long-term project was developed by four different research groups of the University of the Azores, coordinated by Paulo A. V. Borges, including researchers from the Azorean Biodiversity GroupCITA-A and the Department of BiologyCIBIO.For more information or detailed maps of the spatial distribution of species richness please contact the coordinator of the project, Paulo A. V. Borges, at pborges(at)uac.pt.

(In International Biogeography Society Blog)

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domingo, agosto 24, 2008

Universidades na internet: Espanha e Portugal

Gracias a la lista inicial, publicada por Fernando Santos de Oliveira en aonp.org.br, nos atrevimos a completar y presentar esta relación de enlaces a importantes universidades y centros relacionados con estudios superiores en Latinoamérica, España y Portugal, la cual, seguramente, tampoco es la lista completa de casas de estudio en las mencionadas regiones, por lo que sugerimos al lector sugerirnos las faltantes. Nosotros y futuros visitantes lo agradecerán.
Por lo extensa, la lista completa la hemos dividido en tres partes, para su mejor manejo, Centroamérica y México, Suramérica y España y Portugal. Esta página corresponde a las
UNIVERSIDADES EN ESPAÑA Y PORTUGAL
Universidades en España
Universidad de Alcalá de Henares Universidad de Sevilla Conferencia de Rectores de Ias Universidades de España Universidad de Deusto Universidad de País Vasco Universidad San Pablo C.E.U. Universidad de Alicante Universitat Autónoma de Barcelona Universidad de Almería Universidad Autónoma de Madrid Universidad Alfonso El Sabio Universidad de Barcelona Universidad de Burgos Universidad Carlos III Universidad de Cádiz Universidad de Castilla-La Mancha Universidad Complutense Universidad de Córdoba Universidad de A. Coruña Universidad de Girona Universidad de Lleida Universidad Europea de Madrid Universidad de Granada Universidad de Huelva Universidad de Ias lslas Baleares Universidad Intemacional Menéndez Pelayo Universidad de Jaén Universidad Jaume I Universidad de La Laguna Universidad de Las Palmas de Gran Canaria Universidad de Murcia Universidad de Málaga Universidad de Navarra Universidad Nacional E.D. Universidad de Extremadura Universidad Internacional de Andalucía Universidad de Cantabria Universidad de León Universidad de Oviedo Universidad de La Rioja Universidad de Zaragoza Universidad Antonio de Nebrija Universidad Abierta de Catalunya Universidad Politécnica de Catalunya Universidad Pontificia de Comillas Universidad Pompeu Fabra Universidad Politécnica de Madrid Universidad Pública de Navarra Universidad Pontificia de Salamanca Universidad Politécnica de Valencia Universidad Rey Juan Carlos Universidad Rmnóli Llull Universidad Rovira i Virgili Universidad de Salamanca Universidad de Santiago de Compostela Universidad de Valencia Universidad de Vailadolid Universidad de Vigo
Universidades en Portugal
Universidade dos Açores Universidade do Algarve Universidade de Aveiro Universidade da Beira Interior Universidade Católica Portuguesa Universidade de Coimbra Universidade de Evora Universidade de Lisboa Universidade Lusíada Universidade da Madelra Universidade de Minho Universidade Nova de Lisboa Universidade do Porto Universidade Portucalense Universidade Técnica de Lisboa Universidad de Tras-os-Montes e Alto Douro
(In Sociedad & Tecnologia)

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Metais pesados alvo de tese

“Avaliação da concentração de metais pesados na atmosfera dos centros urbanos da ilha Terceira por biomonitorização” constitui a designação da tese de mestrado apresentada e defendida na Universidade dos Açores por Elisabete da Silva Maciel. A tese em Gestão e Conservação da Natureza foi orientada pelos professores do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Rosalina Gabriel e Félix Rodrigues. Pretendeu-se avaliar as concentrações de metais pesados nas atmosferas urbanas da Terceira. Para o efeito foi usada a técnica de biomonitorização com transplantes de organismos vivos. Estes organismos são nativos de zonas consideradas despoluídas da ilha.O biomonitor seleccionado foi um briófito do género Sphagnum palustre L, por ser muito comum nos Açores e por existirem dados de estudos sobre a bioacumulação atmosférica das zonas despoluídas da Terceira.

(In Açoriano Oriental)

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Falta de àgua em Angra do Heroísmo

Falta de água em Angra do Heroísmo obriga Câmara Municipal a cortar fornecimento ao concelho. Os cortes vão acontecer todos os dias, pelo menos, durante 48 horas, por semana, medida que vai afectar 17 freguesias. O programa de cortes já começou esta semana e afecta 40 por cento da população de Angra. Sofia Couto, da Câmara Municipal, explica que há falta de água nas nascentes, devido ao facto de não ter chuvido o suficiente, adiantando que, sem um programa de interrupções de fornecimento, é impossível resolver o problema este Verão. A Universidade dos Açores vai estudar mais em pormenor o que está a causar este fenómeno, ou seja, a redução de caudais de água no concelho de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.

(In Rui Messias / Carlos Tavares RDP-RTP Açores)

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sábado, agosto 23, 2008

Team Scouts Graciosa Island for 2009 Mobile Facility Deployment Site

Indications from a scouting trip by the ARM Mobile Facility (AMF) science and operations management team are that an excellent site for the 2009 deployment may have been found. From April 8 through April 16, the team traveled to Graciosa Island in the Azores to scout sites for the Clouds, Aerosol, and Precipitation in the Marine Boundary Layer (CLAP-MBL) field campaign.On the upwind side of the island they located a site near the airport about 500 meters from the coastline. In addition to a buoy located just offshore that measures sea surface temperature, the team noted that the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) is operating flux instrumentation at Mt. Pico, which is visible from Graciosa. Supplementary observations made above the boundary layer from Mt. Pico would greatly benefit the data set collected at the airport. Finally, the team had productive meetings with in-country hosts from the University of the Azores and the Portugal Meteorological Institute. These contacts will be extremely valuable as deployment planning continues in the coming year.
(In Arm)

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Falta de água no Concelho de Angra do Heroísmo

Região poderá dispor de uma estação científica para estudo do clima

Esta é uma iniciativa que se enquadra no programa “Atmospheric Radiation Measurement” (ARM) e visa a possível instalação de uma estação internacional para o estudo do clima na Graciosa.
Para que este projecto ARM possa ser instalado na Região (mais concretamente na ilha Graciosa), o Governo Regional dos Açores encontra-se em negociações com os Estados Unidos (EUA). Os parceiros açorianos a incluir no “Atmospheric Radiation Measurement” serão a Universidade dos Açores, através do seu Centro de Climatologia, Meteorologia e Mudanças Globais, bem como o Instituto de Meteorologia.Este assunto foi tema de debate numa reunião que se realizou recentemente em Ponta Delgada entre o director regional da Ciência e Tecnologia, João Luís Gaspar, e a cônsul dos EUA nos Açores, Jean Manes. A escolha da ilha Graciosa para a colocação de uma estação de observação climática prende-se com o facto de já ter sido decidida a instalação de uma outra estrutura internacional com o objectivo de monitorizar a realização de ensaios nucleares, bem como a implantação do Observatório Internacional PICO-NARE, no Pico, e, ainda, a entrada em funcionamento da estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) em Santa Maria. Todas estas medidas, segundo o Governo Regional dos Açores, vêm reforçar a estratégia do Executivo em garantir o posicionamento de infra-estruturas científicas de interesse internacional nos Açores.O "Atmospheric Radiation Measurement” (ARM) foi implementado nos EUA no início dos anos 90 com o objectivo de estudar o impacto das radiações e nuvens nos modelos climáticos. Este programa inclui uma componente essencialmente dirigida à investigação e outra para a área das infra-estruturas, permitindo a obtenção de dados e o acesso a tecnologias de interesse para a comunidade científica especializada na concepção e desenvolvimento de modelos climáticos às escalas global e regional.

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sexta-feira, agosto 22, 2008

Em defesa do Ambiente!

Foi apresentada e defendida no Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores a tese de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza de Sónia Patricia Aguiar Ávila, intitulada: “ Em defesa do Ambiente! Uma análise de conteúdo das medidas propostas por alunos do 2º ciclo do Ensino Básico nas PASE de Língua Portuguesa, nos Açores”, orientada pelas Professoras Rosalina Gabriel e Ana Moura Arroz dos Departamentos de Ciências Agrárias e Ciências da Educação da Universidade dos Açores.
A relação entre o meio ambiente e a educação assume um papel cada vez mais desafiador demandando a emergência de novos saberes para apreender processos sociais complexos e riscos ambientais que se intensificam. É neste âmbito que surge a educação ambiental, tendo como objectivo pedagógico a consciencialização, mudança de comportamento, desenvolvimento de competências, capacidade de avaliação e participação.Pretendeu-se com a esta investigação perceber quais as medidas ambientais que os alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico da Região Autónoma dos Açores enunciam como urgentes, face aos problemas ambientais que mencionam. Para isso foi realizada uma análise de conteúdo da terceira pergunta das PASE (Provas de Avaliação Sumativas Externas) de Língua Portuguesa 2007, onde foi pedido aos alunos que escrevessem uma carta, a indicar medidas que a sua turma poderia por em prática para melhorar os problemas ambientais existentes. Neste estudo participaram 203 alunos em representação de todas as ilhas dos Açores com excepção das ilhas de Santa Maria e Graciosa, pois as suas escolas não disponibilizaram as PASE dos seus alunos.No sistema educativo, a educação ambiental, é transversal a todas as disciplinas. Desta forma, também quisemos perceber como é que esta transversalidade é abordada nas diferentes disciplinas do currículo, assim como nos programas. Para isso foi realizada uma análise de conteúdo de todos os manuais escolares adoptados na RAA, perfazendo um total de trinta e quatro manuais analisados. Assim como dos programas das diversas áreas curriculares disciplinares do 2º CEB, para averiguar qual a oferta disponível relativamente a este assunto.A interpretação dos resultados foi realizada de forma flexível, mobilizando análises descritivo-interpretativa e estatística.O presente estudo permitiu-nos concluir que tanto os manuais como os alunos destacam problemáticas ambientais relacionadas com as alterações climáticas, a poluição e a protecção da natureza. Onde as causas para estes problemas derivam essencialmente dos comportamentos individuais, ou seja, da acção humana, onde os impactos descritos demonstram um alto nível de gravidade.Relativamente às medidas de gestão dos problemas, tanto os manuais como os alunos referem em maior número as que estão ligadas à mitigação do problema como à mitigação das consequências do problema, com o propósito de mudar comportamentos, visto considerarem o Homem o principal responsável, tanto na criação dos problemas ambientais como na resolução dos mesmos.Nos relatos dos alunos, ao citarem as medidas que consideravam as mais adequadas, tivemos a oportunidade de inferir qual a sua envolvência nas estratégias que mencionavam, destacando-se as relacionadas com a intervenção, pois é perceptível que a maioria dos alunos já percebe a relação existente entre os problemas ambientais e os comportamentos que cada um de nós toma no nosso quotidiano, contribuindo assim para a melhoria ou agravamento dos problemas ambientais existentes. Esta conclusão também é visível nos argumentos utilizados pelos alunos demonstrando sentido de responsabilidade, cuidado ambiental, responsabilidade e colaboração nas medidas que enunciam. No entanto o destaque de atitudes e práticas pró-ambientais nos manuais não é assim tão relevante.No que respeita às implicações pedagógicas, considerou-se necessário o investimento da escola nas questões ambientais colocando em prática a transversalidade da educação ambiental, tanto nas diversas disciplinas que compõem o currículo, assim como, na consciencialização permanente dos alunos na realização de actividades pró-ambientais diárias, dado que os resultados obtidos no estudo, parecem transmitir uma visão limitada dos problemas ambientais existentes, assim como das medidas pró-ambientais a realizar.

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quinta-feira, agosto 21, 2008

TUSA - A Despedida - 4º Citadão

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RUAC 2008

Realiza-se no último fim-de-semana de Agosto (dias 29 e 30) mais um encontro de antigos alunos da Universidade dos Açores.
Desde que começámos em 1990, na cidade de Coimbra, já marcámos presença em vários locais do nosso país.
O XIXº RUA terá lugar em terras do interior serrano, no concelho de S. Pedro do Sul.
Este ano, a opção dos contactos centrou-se na utilização do correio electrónico - mailto:ruacores@gmail.com. .
Solicitamos, ainda, que reencaminhem esta informação a todos os antigos alunos que conheçam e que possam estar interessados em participar nesta “RUAnião”. Já associámos um importante núcleo de contactos, mas outros surgirão através do reencaminhamento feito por cada um de nós.

29 DE AGOSTO

17:30H– Concentração - esplanada do Carvalhedo (junto ao INATEL – Termas de S. Pedro do Sul), na margem do rio Vouga, para refrescar as sequiosas gargantas.

20.00H– Jantar na Albergaria Nª Sª da Saúde.
Ementa: Grelhada Mista - inclui Entradas / Sobremesas / Bebidas e Café
Música/Convívio no local do repasto.

30 DE AGOSTO

10:00H– Encontro junto ao Balneário Rainha D. Amélia para visita guiada patrocinada pela C. M. de S. Pedro do Sul pela zona histórica desta Vila (Balneário Rainha D. Amélia; Laboratório, Ruínas Históricas…)

11:00H – Percurso de automóvel através das Serras (Arada, Gralheira e S. Macário),com paragens no miradouro sobranceiro à Aldeia da Pena e na Capela de São Macário.

13:30H – Almoço no Café Restaurante “Salva Almas” onde certamente purificaremos o nosso espírito ou, pelo menos, o nosso apetite, até onde as “Almas” nos levarem…
Ementa: Presunto com Mel; Vitela à Lafões (assada em forno a lenha) ou Bacalhau à Casa; Sobremesas (sopa seca / salada de frutas) / Bebidas e Café.


(In RUAC)

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quarta-feira, agosto 20, 2008

Cooperação entre os Açores e Massachusetts

A cerimónia vai acontecer em Fall River.
Um acordo de cooperação entre os Açores e Massachusetts vai ser assinado no próximo sábado, dia 23, pelo presidente do Governo Regional, Carlos César, e pelo governador daquele estado norte-americano, Deval Patrick.Carlos César será convidado de honra das já tradicionais Grandes Festas do Espírito Santo da Nova Inglaterra.Considerando o historial dessa relação e o vasto leque de interesses comuns em sectores como as pescas, a agricultura, o turismo, o ambiente, a educação e a investigação científica, entre outros – bem como as vantagens em potenciar aspectos como, por exemplo, a localização geográfica –, os Açores e Massachusetts concordam em incrementar as trocas comerciais, a cooperação entre instituições ligadas à saúde, à educação e à cultura, bem como o investimento mútuo ou criação de “joint ventures” em sectores emergentes como a alta tecnologia, a tecnologia ambiental, as energias renováveis, a conservação de energia, a reciclagem, a redução da emissão de gases poluentes, a monitorização climática e a promoção turística.

(in António Gil com GaCS RTP-RDP Açores)

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Elementos vestigiais atmosféricos na ilha Terceira

Foi apresentada e defendida a tes de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza de Elisabete da Silva Maciel, com o título "Avaliação da concentração de metais pesados na atmosfera dos centros urbanos da ilha Terceira por biomonitorização", orientada pelos professores do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, Rosalina Gabriel e Félix Rodrigues.
O objectivo deste trabalho foi o de avaliar as concentrações de metais pesados nas atmosferas urbanas da ilha Terceira, usando a técnica de biomonitorização com transplantes de organismos vivos. Estes organismos são nativos de zonas consideradas despoluídas da referida ilha.
O biomonitor seleccionado foi um briófito do género Sphagnum palustre L por ser um briófito muito comum nos Açores e por existirem dados de estudos sobre a bioacumulação atmosférica das zonas despoluídas da ilha Terceira. O Sphagnum foi colocado em sacos e exposto em diversos locais estratégicos nas cidades da Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo por um período de 8 semanas, durante a época seca.
Determinaram-se para cada amostra de Sphagnum os teores de Prata (Ag), Arsénio (As), Ouro (Au), Bário (Ba), Bromo (Br), Cálcio (Ca), Cério (Ce), Cobalto (Co), Crómio (Cr), Césio (Cs), Cobre (Cu), Európio (Eu), Ferro (Fe), Háfnio (Hf), Mercúrio (Hg), Irídio (Ir), Potássio (K), Lantânio (La), Lutécio (Lu), Manganês (Mn) , Molibdénio (Mo), Sódio (Na), Niodímio (Nd), Níquel (Ni), Chumbo (Pb), Rubídio (Rb), Antimónio (Sb), Escândio (Sc), Selénio (Se), Samário (Sm), Estrôncio (Sr), Tântalo (Ta), Térbio (Tb), Tório (Th), Urânio (U), Tungsténio (W), Itérbio (Yb) e Zinco (Zn).
Os teores dos elementos como o Ce, Hf, La, Lu, Mn, Nd, Sc, Sm, Tb, Yb e U apontam para uma acumulação de elementos químicos do solo no bioindicador. Para alguns destes elementos observou-se uma dependência da intensidade de trânsito nos locais monitorizados. A dependência aqui referida não está relacionada com emissões antropogénicas mas sim com a resuspensão de partículas do solo.
Os elementos As, o Cu, o Sb, o Pb e o Zn aparecem como bons traçadores das emissões antropogénicas associadas ao trânsito (terrestre, marítimo e aéreo) bem como à indústria (Central termoeléctrica).
Na cidade da Praia da Vitória verifica-se uma significativa diferença entre a concentração de elementos vestigiais atmosféricas na Rua de Jesus com e sem trânsito, sendo a parte onde circulam automóveis a que se apresenta mais enriquecida em Ca, Cu e Pb.
As concentrações de Br, Hg, Ir e Se no biomonitor encontram-se provavelmente relacionadas com desgaseificações vulcânicas.
Muitos dos elementos analisados apresentaram comportamentos ambíguos como foi o caso do Ba, Cr, Cs, Eu, Mo, Rb, Sr, Th e Zn. necessitando de uma exploração mais cuidada e de estudos mais alargados.
Os níveis de Ca e de Fe no Sphagnum apontam para uma origem fisiológica, litólica e antropogénica.
Os teores observados de Br, Co e Na nos biomonitores apontam para uma origem predominantemente marinha.
Observou-se em muitos elementos detectados nas atmosferas urbanas da ilha Terceira uma perda de massa relativamente à situação de fundo (referência), nomeadamente: Au, Br, Ca, Ce, Co, Cr, Eu, Fe, K, La, Mo, Nd, Rb, Sc, Se, Sm, Th e U. Os ganhos de massa, nas atmosferas urbanas, verificaram-se para As, Ba, Cs, Hf, Lu, Na, Sb, Sr, Ta, Yb e Zn.

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terça-feira, agosto 19, 2008

Grupo turístico acusado de violar direitos humanos em São Tomé

Especialistas da Associação Internacional de Investigadores em Educação Ambiental constataram que o grupo empresarial que explora o ilhéu das Rolas, instância turística localizada a sul de São Tomé, tem desrespeitado "de forma grosseira" os mais elementares direitos dos naturais daquela parcela do território são-tomense. As críticas foram feitas após uma visita à estância Equador Pestana, gerida pelo Grupo português "Pestana" por alguns participantes do seminário Internacional sobre "Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário". Surpreendeu-nos ouvir o relato de mulheres que têm que pegar num barco para ir lavar roupa noutro lugar porque não podem lavar na ilha. A comunidade tem o direito de ser inserida, ser valorizada, estimulada a vender artesanato, a agregar valores, porque o turista que vem para África quer ver como vivem os Africanos", afirmou a aluna de Mestrado em Educação Ambiental do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores, Marcela Sobral. A comunidade está a sofrer uma pressão para sair, estão a ser condicionadas determinadas situações de qualidade de vida, como corte de electricidade, corte da água, como a impossibilidade de se deslocarem para as escolas, porque esse transporte é feito de forma irregular pelo que as crianças não voltam à ilha porque não têm transporte de volta", afirmou a engenheira ambiental Mariana Cruz, outra participante no seminário. O grupo português nega as acusações, pois garante ter construído casas no ilhéu das Rolas para os habitantes quando começou a desenvolver o empreendimento turístico e garante ter apoiado os habitantes do ilhéu que pretendiam sair, nomeadamente, para Porto Alegre, a cidade mais próxima, e apenas acessível de barco, mas que possui posto médico, escola, ensino e empregos. Desde 2004, "o grupo Pestana assegura o alojamento e alimentação aos colaboradores do hotel que habitam no ilhéu, tendo, até ao momento, realizado inúmeras acções de formação profissional", salientou a administração, realçando que, além de existirem colaboradores residentes no ilhéu, outros optaram por morar em Porto Alegre e continuam a trabalhar na unidade turística. As acusações que ecoaram desta vez pela voz de estrangeiros não é nova. Em finais do ano passado, o grupo português equacionava cancelar o contrato de gestão do empreendimento turístico devido a uma "campanha de desinformação na comunicação social" de que disse ser alvo e da "miserável" ocupação desta unidade entre 2006 e 2007. Diante destas alegações, o Governo do primeiro-ministro Joaquim Rafael Branco, que diz "não ter informações sobre o caso", prometeu investigar para apurar a veracidade das acusações dos naturais do ilhéu das Rolas. Confrontado com a questão, Branco disse que "os órgãos competentes do Governo irão tomar conta da ocorrência e, no momento oportuno, daremos a nossa posição". "Que fique claro que queremos desenvolver o turismo em São Tomé e Príncipe, temos muita esperança que o turismo contribua para aliviar a pobreza dos nossos cidadãos, iremos encorajar operadores a virem investir no turismo e, naturalmente, queremos que isso se faça no quadro do respeito pelas leis do nosso país e pelas normas do Direito internacional", garantiu.

(In Lusa)

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segunda-feira, agosto 18, 2008

"Cumplicidade" na extracção "ilegal" de inertes

"É lamentável que durante semanas tenham saído, diariamente, da zona dos Biscoitos, duzentos camiões carregados de pedra e ninguém no governo, com responsabilidades de inspecção na área do ambiente, desse por isso", afirmou o líder social-democrata Costa Neves, muma conferência de imprensa no local, em que alertou para a "cumplicidade do governo regional com as empresas de construção civil na extracção ilegal de inertes". Em causa está um local no interior da ilha Terceira, na freguesia dos Biscoitos, onde proprietários dos terrenos - a quem as empresas pagam - e governo permitiram a extracção de pedra, para o que foi necessário derrubar parte de um coberto vegetal com plantas endémicas. Das espécies endémicas afectadas, os especialistas salientam a urze, o cedro do mato, o louro, a faia da terra e algumas espécies de fetos. A situação foi denunciada às autoridades, incluindo as policiais, por Adalberto Couto, licenciado em Conservação e Gestão da Natureza no Departamento de Ciências Agrárias do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores", mas a suspensão da extracção só foi determinada depois de divulgada pelos órgãos de comunicação social. Costa Neves referiu que "mais do que as queixas junto das autoridades judiciais", que o PSD/Açores pondera efectuar, "é importante mobilizar a opinião pública que numa democracia é mais rápida a actuar do que os tribunais". "O certo é que passados quatro meses sobre a suspensão da extracção de pedra, o local está na mesma como se tivesse acabado apenas ontem", disse. O líder do maior partido da oposição açoriana interrogou-se sobre quais "as multas e penas que sofreram as empresas e os proprietários dos terrenos" e sobre quais "as consequências para o governo depois destas incúrias". Costa Neves frisou que "na ilha Terceira o governo não dispõe de vigilantes ambientais" acusando, também, o Inspector Regional do Ambiente de "não estar preparado para o cargo que exerce". Costa Neves manifestou-se favorável à requalificação da via rápida Angra do Heroísmo-Praia da Vitória, nomeadamente "a reparação do piso, a colocação de um separador central e soluções de segurança para as saídas à esquerda". "Sou contra a colocação das nove passagens aéreas e caminhos laterais para os animais", disse o líder social-democrata açoriano. Costa Neves sustentou que "esta obra, além de resolver alguns problemas de segurança, só resolve os problemas dos empreiteiros", realçando que "para a circulação dos efectivos animais existiam melhores soluções". Por outro lado, mostrou-se surpreendido pelo facto "de uma obra que custa 25 milhões de euros não ter um estudo de impacto ambiental". Com esse estudo, acrescentou, teria sido possível conciliar as obras com a preservação do ambiente em particular prever os locais para extracção de pedra e bagacina. Costa Neves fez ainda alusão a um outro local de onde está a ser extraída bagacina e que também não tem licenciamento de extracção, existindo apenas autorização para a sua posterior reflorestação, o que, na sua opinião, “significa tornear a lei”. Na ocasião disse ainda que "este tipo de situações acontecem em outras ilhas" dando como exemplo Santa Maria, São Miguel e Flores.
(In Açoriano Oriental)

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domingo, agosto 17, 2008

EDUCAÇÃO, AMBIENTE, TURISMO E DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO

No âmbito das actividades enquadradas pelo Projecto de Investigação "Os Impactos do Turismo no Desenvolvimento Comunitário em África: análise de experiências insulares", o Centro de Estudos Africanos organizou e promoveu a realização do Seminário Internacional "Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário", na cidade de São Tomé. Este é um dos produtos do Projecto PTDC/AFR/69094/2006 financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT/MCTES de Portugal). Para a prossecução destas actividades contou com a colaboração da Direcção-Geral do Ambiente, da Direcção de Turismo da República Democrática de São Tomé e Príncipe e com a Associação Internacional de Investigadores em Educação Ambiental.

Nesse Seminário participaram investigadores do Departamento de Ciências Agrárias e do Departamento de Ciências da Educação do Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.
Eva Vidal; Ana Cristina Palos e Félix Rodrigues apresentaram o trabalho "Conhecer para (Des)envolver: Vivências da Ruralidade num Contexto Insular".
Marcela Sobral, apresentou o trabalho: "Projecto de Educação Ambiental: Lixo Legal (Ilhabela – São Paulo – Brasil).

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sábado, agosto 16, 2008

TUSA - Gosto deTi - 4º Citadão

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SPACE-TIME DISTRIBUTION OF THE ICHTHYOFAUNA FROM SACO DA FAZENDA ESTUARY, ITAJAÍ, SANTA CATARINA, BRAZIL

Foi aceite para publicação no Journal of Coastal Research o trabalho de João Pedro Barreiros e Leonardo Francisco Machado (Universidade dos Açores, Dpt. Ciências Agrárias, IMAR Açores, Angra do Heroísmo, Azores, Portugal), Joaquim Olinto Branco, Felipe Freitas Júnior e Maurício Hostim-Silva(Universidade do Vale do Itajaí, CTTMar, Brazil) e de José Roberto Verani (Universidade Federal de São Carlos, Brazil), com o título: SPACE-TIME DISTRIBUTION OF THE ICHTHYOFAUNA FROM SACO DA FAZENDA ESTUARY, ITAJAÍ, SANTA CATARINA, BRAZIL.

From July 2003 to June 2004, the ichthyofauna of the estuary of Saco da Fazenda was studied in four defined areas in function of the physiographic characteristics and representation of the estuary. A total of 4502 individuals were captured, distributed in 42 species, 35 genus and 21 families. Engraulidae were the most abundant fish, where Cetengraulis edentulus dominated in the captures. The species of occasional occurrence prevailed in the samplings and was represented mainly, for juvenile individuals. The largest abundances occurred during the months of summer and autumn, in contrast with the high biomasses in the spring-autumn; and the area IV differed of the others, for contributing with the largest captures. The richness indexes, diversity and equitability, presented patterns similar of flotation, with high values in spring and summer. The index of Jaccard revealed a larger similarity in the composition of the ichthyofauna among the areas II and IV, while the smallest happened between I and IV.

(In Journal of Coastal Research)

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sexta-feira, agosto 15, 2008

From Biological Control to Invasion: the Ladybird Harmonia axyridis as a Model Species

Um trabalho sobre a joaninha asiática foi publicado recentemente. A investigação pode servir como “um caso de exemplo para combater os problemas causados pela espécie”, afirma Isabel Borges. Trata-se de uma publicação da editora Springer, e em associação com a revista científica BioControl, e o livro, intitula-se “From Biological Control to Invasion: the Ladybird Harmonia axyridis as a Model Species”.

Essa publicação representa um esforço de colaboração entre mais de 50 cientistas oriundos de vários países europeus, do Canadá e dos Estados Unidos da América. O livro debruça-se sobre os mais diversos aspectos da biologia, ecologia, distribuição e dispersão geográfica, impactes sobre a biodiversidade da entomofauna autóctone e meios de combate a uma das mais recentes invasões biológica na Europa, protagonizada pela Harmonia axyridis Pallas (vulgo joaninha asiática), já considerada a espécie de joaninha mais invasiva do planeta.
A Universidade dos Açores (UAç), conjuntamente com congéneres europeias, incluindo a Universidade de Cambridge, colaborou nesta edição, redigindo um capítulo intitulado “Harmonia axyridis: what will stop the invader?”, fruto do trabalho desenvolvido pelos investigadores António Onofre Soares e Isabel Borges (Departamento de Biologia), Paulo A. V. Borges (Departamento de Ciências Agrárias) e Éric Lucas e Geneviève Labrie (Département des Sciences Biologiques da Université du Québec à Montréal). Isabel Borges explicou que “o trabalho da UAç resulta de uma série de investigações sobre a joaninha asiática, que foi muito utilizada a nível internacional no controlo biológico, ou seja, para combater determinadas pragas”. “Fizeram-se grandes largadas desta joaninha nos campos, e o que se está a verificar agora é que a própria joaninha se tornou uma praga e está a afectar a biodiversidade de outras espécies, mais especificamente de outras joaninhas”, esclarece a investigadora. “Nos Açores já se fizeram largadas desta joaninha, mas felizmente não se instalou. E o grande interesse do nosso trabalho é na perspectiva de tentar descobrir porque é que a joaninha não se fixou na Região”, salienta. “Os trabalhos com esta espécie são no âmbito da competição entre espécies: a joaninha asiática é muito competitiva e estamos a fazer estudos com a joaninha asiática e as joaninhas nativas dos Açores para analisar como é que competem entre si”, explica Isabel Borges.“Estamos preocupados com o impacto da joaninha asiática na biodiversidade. E o nosso trabalho pode servir como um caso de exemplo para perceber quais os factores que contribuem para a sua fixação, e para combater os problemas causados pela joaninha asiática”, conclui a investigadora.

(In Azores Global)

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quinta-feira, agosto 14, 2008

TUSA - Cidade do Estudante - 4º Citadão

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Agricultura açoriana pode vir a apostar em compostos orgânicos

Um estudo do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, realizado pelo Professor João Batista e a Investigadora Edite Batista revela que a produtividade pode aumentar 30 por cento com a futura utilização de compostos orgânicos.
Os compostos orgânicos, são, em boa verdade, estrume. A utilização desses compostos pode significar ganhos de 30 por cento para a Agricultura açoriana, segundo revela um estudo efectuado por investigadores da Universidade dos Açores.Os compostos orgânicos podem, de futuro, substituir mesmo os adubos químicos que estão cada vez mais caros, e a ideia é bem aceite pela Lavoura, segundo afirmou à RDP / Açores o Presidente da Associação Agrícola da Ilha Terceira. Para Paulo Ferreira trata-se de um projecto com pernas para andar e, atentendo que os adubos químicos estão cada vez mais caros, a alternativa é considerada bem vinda e a Lavoura está sensível a uma solução destas, mas é necessário que sejam dados mais passos nesse sentido.

(In Armando Mendes / Carlos Tavares RTP-RDP Açores)

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quarta-feira, agosto 13, 2008

TUSA - A menina dos Meus Olhos - 4º Citadão

Consulta pública sobre conversão de biomassa em energia

A iniciativa é da Comissão Europeia. A consulta pública também abrange os Açores. O Centro de Informação Europe Direct – Açores, (Universidade dos Açores- Observatório do Ambiente- Estrada Gaspar Corte-Real- PT-9700-030 Angra do Heroísmo - Açores, Tel: (00351) 295 21 40 05) em nota de imprensa, anuncia que a Comissão Europeia lançou um concurso público sobre a sustentabilidade ambiental da biomassa produzida para fins energéticos. Como tal, convida todas as partes interessadas (empresas do sector da energia, promotores de projectos, serviços governamentais, empresas do sector agrícola e silvícola, associações de defesa do ambiente e outros interessados) a contribuírem para a definição de critérios de sustentabilidade ambiental à escala da União Europeia para a utilização da biomassa enquanto fonte de energia.O questionário, que demora cerca de 30 minutos a preencher, esta disponível online até 30 de Setembro e pode ser preenchido no seguinte endereço: http://ec.europa.eu/yourvoice/ipm/forms/dispatch?form=BiomassSustain.

(In Jornal Diário)

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terça-feira, agosto 12, 2008

4ºCitadão Festival Internacional de Tunas do Dão

A TUSA - Tuna Universitaria Scientias Agrariaum, participou no 4ºCitadão Festival Internacional de Tunas do Dão. Apresenta-se aqui a música "O Cowboy da Meia-Noite".

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Associações Ambientais nos Açores perdem influência

As associações ambientais, nos Açores, estão a perder a sua função ideológica, em parte, por causa das parcerias com o Governo.
A conclusão vem demonstrada num estudo efectuado por uma aluna do Departarmento de Ciencias Agrárias e, adianta duas razões que podem justificar o facto: em alguns casos, devido à necessidade de sobrevivência e noutros pelas novas funções de parcerias com o Governo Açoriano. Para a aluna, Fátima Silva, essas associações estão mais preocupadas com a sua própria sobrevivência e têm dificuldades em cumprir determinados propósitos, com os quais lidam quotidianamente, e estão, afirma, a perder a sua função reivindicativa, ao passarem a ser parceiras do Governo Regional. Esta é, pelo menos, um estudo de Fátima Silva, para a sua tese de Mestrado em Educação Ambiental, na Universidade dos Açores.
(In Rafael Cota / Carlos Tavares RTP-RDP Açores)

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segunda-feira, agosto 11, 2008

Chumbo no solo da Terceira

Milhares de quilómetros de fios revestidos a chumbo estão enterrados na ilha Terceira e são considerados um perigo para a saúde pública.
Milhares de quilómetros de fios revestidos a chumbo estão enterrados na ilha Terceira e pertencem a sistemas desactivados da Base das Lajes e que foram utilizados pelas Forças Armadas norte-americanas. Os peritos consideram o chumbo um perigo para a saúde pública e um verdadeiro atentado ao meio-ambiente, porque se trata de um metal contaminante. Segundo Félix Rodrigues, da Universidade dos Açores, as leis europeias mandam que esse metal seja gerido, para não prejudicar o ambiente. Para o professor universitário, a única solução é retirar esse tipo de material do subsolo da ilha Terceira e fazer-se uma gestão adequada, segundo as normas impostas pela Europa.

(In Armando Mendes / Carlos Tavares RTP-RDP Açores)

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Herbário do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores incluído no Index Herbariorum

Os autores do Index Herbariorum (HOLMGREN & al., 1990), publicam regularmente notas de adição de novos herbáriosna revista Taxon.
O Herbário do departamento de ciências Agrárias da Universidade dos Açores encontra-se nessa lista referenciado como Azores (AZU).

Herbarium Departamento de Ciências Agrárias Universidade dos Açores
Direcção: 9700 Angra do Heroísmo, Açores.
PORTUGAL
Telefone: [351] 295/ 331 491.
Fax : [351] 295/ 332 605.
Responsável: Eduardo Dias edias@uac.pt
N.º especímes: 12.254
Herbario : Flora da Macaronesia, sobretudo dos Açores.

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domingo, agosto 10, 2008

Limpeza das praias para diminuir poluição dos mares

Sacos e outro material plástico poluem cada vez mais os mares. Um grupo de jovens dispõe-se a trocar umas horas de praia a apanhar sol para retirar das águas e da areia o material tóxico que outros deixaram. No domingo começa uma campanha de limpeza de resíduos plásticos nas praias. É conhecida como "Stoplastic". A missão inicia-se a sul, na Ilha do Farol, na Ria Formosa. André Barreiros, da organização, diz que o objectivo é evitar que entrem mais resíduos nos oceanos. A Stoplastic é organizada pela Universidade dos Açores e pela Direcção Regional do Ambiente do Arquipélago, em parceria com a empresa Terra Prática. Depois da Ria Formosa, esta campanha vai estar na praia da Comporta, em Setúbal.

(In Rádio Clube Português)

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Antecipado o pagamento da última tranche do III QCA

O Governo Regional dos Açores antecipou, em dois anos e meio, o pagamento da última tranche de financiamentos do III Quadro Comunitário de Apoio (QCA), no valor de 32 milhões de euros, a todos os beneficiários e promotores de investimentos comparticipados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) no quadro do Programa Operacional para o Desenvolvimento dos Açores (PRODESA).A informação foi avançada ontem, em Angra do Heroísmo, pelo Vice-presidente do Executivo açoriano, numa conferência de imprensa em que sublinhou que, "graças à decisão do Executivo, as entidades beneficiárias desses apoios não terão de aguardar pelo encerramento formal do PRODESA pela Comissão Europeia", o que está previsto acontecer em Dezembro de 2010.Segundo as regras comunitárias, Bruxelas retém, até ao encerramento do programa, 5% do total dos financiamentos previstos.De acordo com Sérgio Ávila, a medida "inovadora" assumida pelo Governo Regional vai "reforçar a dinâmica económica da Região, potenciando um incremento dos níveis de produção e rendimentos regionais".Em consequência da decisão governamental, já em 2008 haverá um aumento de nove milhões de euros nas receitas das câmaras municipais açorianas e um financiamento adicional à Universidade dos Açores, às câmaras do comércio e a dezenas de entidades públicas e privadas da Região, adiantou.O Vice-presidente anunciou ainda que, a partir da próxima semana, serão transferidos e pagos 11,3 milhões de euros aos promotores de investimentos aprovados pelo PRODESA, estando o Governo Regional em condições de proceder, até ao final do ano, aos restantes pagamentos mediante comprovação de despesas e encerrar e à liquidação das comparticipações do FEDER no âmbito do PRODESA.Considerando "excelente" o nível de execução do PRODESA, que já ultrapassou os 97%, Sérgio Ávila explicou que a antecipação destas verbas só se tornou possível porque "os Açores asseguraram as condições operacionais para o aproveitamento integral dos fundos comunitários disponibilizados"."Deste modo, o Executivo consegue manter sem interrupções os fluxos financeiros necessários ao crescimento do arquipélago e a transição sem perturbações entre quadros comunitários de apoio", acrescentou.
(In Diário dos Açores)

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